A ´´trégua´´ entre os poderes e a ´´dubiedade´´ presidencial

Como tal defendeu a pouco o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, o pedido de ´´trégua´´ entre os poderes da República quanto ao enfrentamento da crise do Coronavírus, alfinetando a ´´dubiedade´´ do presidente Jair Bolsonaro e que o mesmo ´´assusta´´ a sociedade e a comunidade, bom, deve sobrar ainda a meia pergunta ´´até o quanto tudo pode pesar na balança isso!

Ou seja, em vista a tantas palavras, palavras e mais palavras ditas – como tão bem sopradas e articuladas – frente às câmeras, que declarações podemos contar mais como daquelas empregadas por outros políticos em prol da almejada harmonia, mas que nunca haverá de existir. Digamos, entre os partidos, partidários e apartidários em questão.

Ora, a então grifada ´´trégua´´ aí tardiamente empregada, sic, que significa uma interrupção temporária de ataques (ou flechadas costumeiras), de hostilidades e rivalidades, uma vez que a busca seja pelo patrimônio do país, restam mesmo dúvidas a que estão e/ou o que representam. Assim. ´´Dúvidas sobre dúvidas, isto sim, sem precisarmos, aqui, esticar muito no assunto´´. E já quanto a ´´bubiedade´´, que resulta em incertezas, hesitações, insegurança ou como até períodos de vacilação, outros governos nesse sentido marcaram forte momento.

Elogios que não passem à parte quanto à antiga busca pela plena democracia, muita gente ainda deve rolar as cabeças nos seus travesseiros e se ela esteja sendo mesmo procurada. Quem sabe alguns dos integrantes do evento organizado pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), ocorrido no dia 08/06/2020, possam melhor atribuir e responder. Claro, pois, a colocação da ´´democracia aprisionada´´ sempre marca grande presença. Ou que o braço e antebraço a torcer se enquadra além de formas diversificadas de expressão. Elementos na classe do ´´ódio, apologias e autoritarismos´´ que são expressados em meio a passeatas até demarcadas antecipadamente pelas redes sociais . Isso tudo sem pular aquilo que seja de verdade quanto às sentidas desigualdades sociais, déficit fiscal, rombos, corrupção e etecetera e tal. Aliás, tal e qual!

No mais, algo que resulta de maior importância por conta desse gravíssimo momento que atravessamos, vamos flexibilizar, buscar saídas após isolamento social, acalmar os ânimos e permanecer atentos ao que mais deva continuar. Nossas vidas e por mais que as proibições extras, abusivas, desaprovações, negações e oposições queiram resistir e/ou bater continência no meio de nós!

Celso Fernandes, jornalista, escritor. Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa. Blog:

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