Escola é pioneira em Natal na medição de temperatura por inteligência artificial

Ilustração

Pensando em melhorar os protocolos de biossegurança já adotados, a Escola Lápis de Cor/MOV tornou-se pioneira em Natal no uso da termometria cutânea por infravermelho aliada à inteligência artificial. A diferença com relação aos outros termômetros é que detecta o estado pré-febril, antes de possíveis sintomas aparecerem.
Thermosenses foi desenvolvido pela empresa potiguar VOID3D e conta com o suporte do ortopedista Michel Araújo, especialista em Termologia Médica. A tecnologia permite uma detecção precoce de pessoas possivelmente doentes, de Covid-19, por exemplo, diminuindo a chance de transmissibilidade e orientando-as a procurar avaliação médica.
“Quando adoecemos por infecção, há uma mudança no nosso metabolismo para a nossa defesa. Uma delas é a febre”, ressalta o médico. “Quando ela aparece, já estamos doente e transmitindo”, completa. O Thermosenses é capaz de detectar a elevação da temperatura na parte mais central do corpo, antes de subir na superfície.
Além disso, o especialista reforça que a tecnologia elimina a necessidade do fator humano na interpretação de resultados, se utilizando da inteligência artificial. “Isto é muito importante em um processo de triagem, sobretudo em um contexto de pandemia”, reforça. “A medição por termômetro no punho causa uma falsa sensação de segurança, que é pior que não fazer nada”.

A nutricionista e coordenadora de Saúde da Lápis de Cor/MOV, Izabelle Oliveira, ressalta que a escola tem investido nos protocolos de biossegurança desde o início da quarentena, transmitindo confiança para estudantes, famílias e funcionários. “Sabemos que a pandemia não acabou e que deixará lições de cuidados para qualquer tempo, por isso não hesitamos em aplicar o que há de mais seguro”.

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