O silêncio que venceu a crueldade e salvou milhares de vidas
Arrancaram-lhe as unhas uma a uma. Ofereceram liberdade em troca de apenas um nome. Ela não disse nenhum. Em 1943, numa sala de interrogatório da Gestapo, uma mulher de trinta anos estava amarrada a uma cadeira, imóvel, diante de oficiais que tentavam arrancar dela informações sobre a Resistência francesa: nomes de agentes britânicos, locais de esconderijo, contatos clandestinos e redes...




