Dalton Melo de Andrade


NO EXÉRCITO

Por Dalton Mello de Andrade Ano de 1949. Recém saído do Atheneu, no ultimo ano de Contabilidade do Colégio Marista. Tempo dos Irmãos Maristas, e ainda falando francês. Lembro alguns professores. Alguns leigos, como Fernando Galvão, que ensinava Português; Argemiro Figueiredo, Contabilidade; Odyr Costa, Estatística. Irmão Pedro, Inglês; Irmão (Jacaré) Estevam, Matemática; Irmão Flávio, que […]

BARBA E BIDODE

  Por Dalton Mello de Andrade Sempre estou pensando. Nem que seja “nonsense”.   Dias passados escrevi sobre a passagem do tempo. Sua velocidade estonteante. E disse da minha ansiedade em chegar aos dezoito anos. Nessa ansiedade, embora com menor intensidade, estava minha expectativa em fazer a barba. E, quem sabe, nutrir um bigode. Os […]

ARTIGO – MEU TIO PELÚSIO (II)

Por Dalton Mello de Andrade Mais algumas estórias de Pelúsio. Desta vez, à medida que vêm a memória, sem preocupação com a sequencia. São interessantes de qualquer jeito. Uma das mais interessantes, e que não é piada. No tempo da guerra, Pelúsio, e os seus outros três colegas da Saúde do Porto, viviam praticamente em […]