Minervino Wanderley


O AMOR QUE A MUDANÇA LEVOU (MINERVINO WANDERLEY)

Tinha 13 para 14 anos quando nos mudamos para o novo bairro. Naquela idade, não perguntávamos aos pais as razões desse tipo de coisa. O negócio era ir – de preferência no caminhão -, olhar para a antiga morada, dar um adeus e tocar em frente. Sem sentimentalismos, coisa que eu só via naquelas novelas […]

CURRAIS NOVOS, MINHA ETERNA NAMORADA!  PARTE II (MINERVINO WANDERLEY)

Antes de voltar às agradáveis lembranças, quero fazer um reparo: a primeira “república” que me acolheu era de Celso Lisboa, Antônio Pípolo e Rênio Brito. Com os dois primeiros, contemporâneos do Colégio Marista, continuo sempre em contato. Já Rênio, parece que foi para Portugal e sumiu. Assim, peço a Celso, Pípolo e Rênio, que aceitem […]

CURRAIS NOVOS, MINHA ETERNA NAMORADA!  (PARTE I) (MINERVINO WANDERLEY)

Foi no final da tarde de 22 de outubro de 1975 que começou esse namoro. Naquele dia, uma terça-feira, cheguei a Currais Novos para ingressar no quadro de funcionários do Banco do Brasil. Fiz o concurso em 1974 e, em abril de 1975, veio o resultado da minha aprovação. Naquela época era a glória trabalhar […]