LAIS/UFRN tem três trabalhos premiados em simpósio internacional sobre ELA

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Pesquisadores do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (LAIS/UFRN), tiveram seus trabalhos selecionados para o 3º Simpósio Internacional da ELA, que vai discutir os desafios do Brasil na atenção a pacientes diagnosticados com a doença. O evento acontece de 22 a 24 de abril, de maneira on-line, e é promovido pelo Instituto Doutor Hemerson Casado Gama, de Maceió.

Foram premiados os trabalhos Desenvolvimento de interface cérebro-máquina de baixo custo visando o controle de órtese ativa para pacientes com ELA, de autoria de Severino P. N. Netto, Aryel M. Matias, Julia A. Amorim, Ana R. R. Lindquist e Danilo A. P. Nagem; Sistema de rastreabilidade para cadeira de rodas autônoma para pacientes com Esclerose Lateral Amiotrófica, de autoria de Juliette de Paula Felipe de Oliveira, Ernano Arrais Júnior, Daniele Montenegro da Silva Barros, Danilo Alves Pinto Nagem e Ricardo Alexsandro de Medeiros Valentim; e EMG de superfície para avaliação quantitativa da função motora: protocolo de avaliação para pessoa com ELA, de autoria de Ana Paula Mendonça Fernandes, Débora Cristina da Silva Oliveira, Ledycnarf Januário de Holanda e Ana Raquel Rodrigues Lindquist. Os trabalhos foram vencedores em 1º, 2º e 3º lugar, respectivamente.

De acordo com o diretor executivo do LAIS, Ricardo Valentim, o resultado mostra a consolidação do Laboratório desde a sua fundação na área de desenvolvimento de tecnologias para pessoas com deficiência. “Termos trabalhos aprovados nas áreas em questão mostra que estamos no caminho correto, desenvolvendo tecnologias importantes para a área da saúde. É uma colaboração feita de maneira horizontal, que produz conhecimento e traz inovação para as pessoas com ELA. Recebemos com muito orgulho, mas também muita responsabilidade”, afirmou.

Valentim ainda destacou que os projetos impactam diretamente a vida de pacientes com a doença. Para ele, isso mostra a qualidade da equipe do LAIS. “Ainda existe um caminho a ser seguido neste campo da ELA. Isso, portanto, não nos envaidece. Pelo contrário. Só reforça a nossa responsabilidade para com a vida das pessoas, produzindo o que há de mais sofisticado no mundo nessa área”, completou.

Fonte: Ascom LAIS/UFRN

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