Nordeste Gera 85% Da Energia Eólica Do Brasil; RN É Maior Produtor Do País

Foto: theonebrief.com

O Nordeste é referência na produção de energia eólica no Brasil. No último ano cerca de 89% da energia consumida na região veio dos ventos, com geração média diária de 8.650 MW. Este é o dado mais recente de recorde histórico de abastecimento energético atendido pela fonte eólica. Segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), que reúne empresas do setor, o Nordeste aparece à frente na capacidade de produção de energia eólica no Brasil. Dados de 2019 indicavam o Brasil possuir 602 parques eólicos, totalizando 7.500 aerogeradores em operação, em 12 estados.

A geração de energia eólica é predominante nas regiões Nordeste (506 parques) e Sul do País (95 parques). Nas demais regiões brasileiras, há apenas mais um parque no Rio de Janeiro.

A energia gerada pelos ventos ultrapassou a expressiva marca de 15 GW de capacidade instalada para produção nacional, em maio de 2019. Deste total, cerca de 96% concentra-se no Nordeste, totalizando 14,5 GW de potência instalada somente nessa região. Quando elaboramos a versão original deste post, em agosto de 2018, o Nordeste ainda gerava 85% da produção nacional.

O Rio Grande do Norte é o estado brasileiro que mais produz energia com a força dos ventos. No ano passado o estado contava com 151 parques, mantendo a liderança nacional com 4 GW de capacidade instalada. Em seguida, vem a Bahia, com 154 parques e 3,9 GW de potência instalada. Em terceiro lugar, está o Ceará, que conta com 79 parques e um total de 2 GW de capacidade instalada.

O período de agosto a setembro é conhecido como a “safra dos ventos”, pois as ventanias ganham ainda mais força e as usinas eólicas do Nordeste e Sul costumam bater recordes de produção.

Fonte: Portal Grande Ponto

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Comentários (3)

  • Geraldo Batista de Araújo Responder

    Até enfim uma óti.a notícia sobre o RN.

    6 de agosto de 2020 at 19:47
    • Redação Responder

      Precisamos disso!

      8 de agosto de 2020 at 11:38
  • Francisco D'Ávila Responder

    Tomei a liberdade e compartilhei.

    6 de agosto de 2020 at 09:00

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